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Segundo o educador Paulo Freire “não há
educação sem amor”, esta missão
é para ser vivida de verdade exige vontade, alegria,
doação, ou seja, exige paixão.
- Acredito que mais que
a própria razão, a condição
de amar é que nos torna especiais dentre os seres
que habitam a terra. E na hora de transmitir nossos
conhecimentos aos outros homens é importante
fazer valer isto que há de belo dentro de nós,
sempre transmitindo conhecimentos com afeto.
- Falar de afetividade
no ato educacional, mais precisamente na relação
professor-aluno, é falar de como lidar com as
emoções, com a disciplina e com a postura. |
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O professor deve estar atento e consciente de sua responsabilidade
como educador. O ambiente de sala de aula, deve ser
recolocado, aos alunos de forma mais amena e amigável.
- Compreender o aluno e
seu universo sócio-cultural. Mas conhecer esse
aluno (e seu universo) implica em uma pré-disposição
de amá-lo.
- Cabe ao professor investigar
mais esse aluno e, ao longo de sua formação,
não deixar que esse educando acumule raivas ou
questionamentos. Hoje muito se sabe que o lado intelectual
caminha de mãos dadas com o lado afetivo.
- A prática pedagógica
deve sempre prezar o bem estar do aluno. Quando o educador
consegue entender o poder dessa pedagogia do amor e
todo o bem que o mesma traz, mais e mais alunos aprenderão
com maior facilidade e gosto e, acima de tudo, mais
e mais professores notáveis e inesquecíveis
passarão pela vida de nossos alunos deixando
suas marcas positivas.
- Somos descobridores de
talentos, o futuro de muitos jovens passam por nossas
mãos. Essa é nossa responsabilidade social,
nossa missão.
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| José
Maria Medeiros - Diretor |
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